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Gestão Técnica Centralizada Integrada

Solução DDC versus PLC: o que utilizar na gestão técnica de edifícios face à constante evolução e exigência dos edifícios?

A solução DDC

A solução DDC (Direct Digital Controller) é genericamente utilizada em controlo de edifícios, onde os requisitos funcionais, elétricos, mecânicos e de imunidade a perturbações eletromagnéticas são mais baixos do que num ambiente industrial.

Numa solução DDC a velocidade de processamento não é crítica, a frequência de mudança de estados nas entradas e saídas digitais é baixa e as grandezas analógicas têm uma taxa de variação lenta. Nestes cenários, encontramos equipamentos que estão configurados para uma dada tarefa, mas com pouco flexibilidade para executarem tarefas muito diferentes dentro do mesmo equipamento.

Por esta razão é comum verificarmos num sistema deste tipo a existência de equipamentos dedicados a funções específicas, sejam elas o controlo de uma unidade de tratamento de ar, sejam elas concentradores de comunicação ou servidor web.

Mas por que razão não podemos ter equipamentos que possam executar todas estas tarefas duma forma agregada ou que possibilitem que hoje sejam gateways de comunicação e amanhã sejam controladores de um chiller, uma caldeira ou servidor web?

A solução PLC

compensação de energia reativa através de baterias de condensadores

A solução PLC (Programable Logic Controller) começou a ser utilizada em indústrias onde era necessária:

  • alta fiabilidade (os PLC têm um elevado MTBF)
  • robustez elétrica (os PLC suportam flutuações de alimentação e interferências externas, como por exemplo de uma variador de velocidade montado mesmo ao lado,…).

Logicamente, no início, os PLC eram limitados em tipos de controlo, sendo meros processadores de lógica binária. Contudo, nos dias de hoje, os PLC são autênticos “computadores industriais” com capacidades para:

  • processar mais do que uma tarefa em simultâneo,
  • tratar qualquer tipo de sinal,
  • concentrar a informação de mais do que um sistema e
  • disponibilizar essa informação numa “autoestrada da informação”.

Hoje em dia é condição obrigatória que qualquer equipamento destes tenha capacidades de interligação com o “mundo das tecnologias de informação”.

Então porque é que se usam DDC’s?

Basicamente porque numa forma genérica são mais baratos.

Mas esta é uma falsa questão quando se trata de um sistema de tem de “falar” com vários equipamentos, e que tem de ser aberto.

A solução Infocontrol

Uma solução de Gestão Técnica Centralizada deve:

  • garantir a flexibilidade de programação para a real otimização operacional de todos os equipamentos,
  • ser o mais aberta possível
  • dar o máximo de informação sobre a instalação para os serviços de exploração e de manutenção
  • ser ela própria uma solução que acompanhe o tempo de vida dos equipamentos que controla e que acompanhe as tecnologias mais recentes de controlo e de IT.
gestão técnica de edifícios

A solução de Gestão Técnica Centralizada da Infocontrol é baseada em autómatos livremente programáveis (Flexibilidade), modulares (Modularidade), com capacidades únicas de comunicação e tecnologia Web/IT incorporada (Plataforma aberta) e com características industriais e compatibilidade entre gerações de autómatos (ciclo de vida elevado e portabilidade de projeto).

Por outro lado, utiliza uma plataforma de supervisão que corre em ambiente Microsoft 32 ou 64 bits e estará interligada com o sistema de controlo através do standard OPC, permitindo, no futuro, que o cliente, caso deseje, utilize esta plataforma para aceder a outros sistemas ou a novas funcionalidades.

Os nossos Parceiros

A Saia-Burgess fabrica PLC’s desde 1978, existindo ainda hoje exemplares destes equipamentos a funcionar em Portugal, nomeadamente na indústria da cerâmica.

Ao longo do tempo a gama da SAIA foi-se alargando, com o aumento dos modelos e das suas funcionalidades.

Quando o despertar da “automação de edifícios” começou, a Saia Burgess deparou-se com um dilema: Criar uma nova família de controladores, como fizeram algumas outras marcas, ou usar todo o conhecimento já existente na família atual?

A decisão recaiu sobre usar os controladores “industriais” em ambiente de edifícios e equipá-los com todo o hardware necessário ao tipo de sinais que se encontram num edifício e, simultaneamente, dotar as ferramentas de programação de funcionalidades necessárias para o controlo deste tipo de sinais.

O resultado está à vista, sendo a família PCD3 um dos seus expoentes máximos:

  • Módulos de entradas e saídas digitais com modularidade de 8 a 16 sinais.
  • Módulos de entrada e saída analógicos que suportam multi-sinal, utilizando os mais habituais e standard tipos de sinal existentes do mercado [não temos de usar uma sonda específica do fabricante] 0..10V, 0..20 mA, PT1000, NI1000, etc.
  • Módulos de comunicação que permitem ter um máximo de 11 portas de comunicação, multiprotocolo, no mesmo controlador.
  • Compatibilidade com a maioria dos protocolos standard que se encontram genericamente num edifício [ModBus RTU/Ascii sobre porta série e IP, BacNet MSTP, BacNet IP, Lonworks, KNX, DALI, M-BUS, EnOcean, …]
  • Porta IP nativa
  • Servidor HTTP com webserver integrado e programação compatível com os standards HTML5
  • Servidor e cliente FTP, permitindo que outros equipamentos possam ler informação arquivada em ficheiros nos controladores SAIA. Possibilidade também de escrita num servidor FTP externo.
  • Cliente SNTP, garantindo que todos os relógios estão sincronizados ao segundo, através de um servidor de base de tempo externo.
  • Cliente SNMP, para integração em estruturas de IT, possibilitando o uso de ”traps” para diagnóstico e alarmística
  • Cliente SMTP, para possibilitar o envio de emails utilizando servidores do mercado, sem SSL

As ferramentas de programação estão totalmente equipadas com livrarias dedicadas ao controlo de edifícios, nomeadamente funções de:

  • Controladores P, PZ. PI, PID, P-PI, P-PID, misturadores de ar novo, ….
  • Gestão de setpoints, com ajuste de setpoint dinâmico, rampas, pedidos de aquecimento, anti-congelamento
  • Filtros, limitadores, bandas mortas, histereses,
  • Controlo de motores, iluminação, persianas, …
  • Tratamento analógico com ajustes de escala para cada sinal analógico, deteção de sensor avariado,
  • Calendários diários, semanais, mensais, anuais e astronómicos com cálculo em tempo real em função das coordenadas geográficas. Calendário multi-período, feriados, etc.
  • Pacote DDC Suite, com templates incluídos para maior rapidez de programação de rotinas para sistema de controlo de edifícios.
  • Cálculo numérico inteiro e vírgula flutuante a 32 bits, garantindo assim uma maior capacidade e precisão de cálculo.
  • Todas as funções genéricas de logica, temporização, contagem.
  • Programação em blocos de função, lista de instruções e Grafcet.
Logotipo da marca Iconics

A ICONICS é uma empresa que foi criada em 1886, sendo especializada em sistemas de supervisão, tanto para a indústria como para edifícios. Foi já por seis vezes considerada “Microsoft Golden Partner”, tendo mais de 350.000 instalações em todo o mundo.

A sua plataforma corre em ambiente Microsoft 32 ou 64 bits e estará interligada com o sistema de controlo através do standard OPC, permitindo, no futuro, que o cliente, caso deseje, utilize esta plataforma para aceder a outros sistemas ou a novas funcionalidades. A aplicação permite ao cliente gerir a instalação duma forma gráfica e intuitiva, com possibilidade de consulta de históricos e alarmes que serão arquivados numa base de dados própria ou numa base de dados SQL do cliente, caso assim o deseje.

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